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postheadericon Lucro da EDP no Brasil cai 40,3% no segundo trimestre e atinge R$ 127 milhões

A receita líquida consolidada somou R$ 1,2 milhão neste 2º trimestre, alta de 11,6% em comparação ao mesmo período de 2009

29 de julho 2010 – A EDP no Brasil, empresa do grupo EDP Energias de Portugal, anunciou um lucro líquido de R$ 127 milhões neste 2º trimestre. Se comparado com 2009, houve uma redução de 40,3% "porque em igual trimestre do ano passado foi observado um acréscimo na receita de R$ 121 milhões referente à venda da empresa de telecomunicações ESC 90, provedora de serviços de TV por assinatura e internet, que fazia parte do portfólio da Empresa", diz nota.

Segundo documento, se excluída a operação, o lucro líquido da empresa neste segundo trimestre ficaria 39% acima do obtido no mesmo período do ano passado. No semestre, o lucro líquido alcançou R$ 266 milhões, 19,5% inferior em relação ao primeiro semestre de 2009.

A EDP no Brasil no segundo trimestre de 2010 registrou um acréscimo de 12,6% na geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), que registrou R$ 388 milhões. No acumulado do ano, o Ebitda registrou 8,7% de alta, com valores de R$ 744 milhões.

De março a junho deste ano, a receita líquida alcançou R$ 1,2 milhão, saldo 11,6% superior ao registrado nos mesmos meses de 2009. O saldo acumulado dos seis primeiros meses do ano totalizou R$ 2,5 milhões, o que representa crescimento de 10,8% na comparação com o primeiro semestre do ano passado.

O presidente do Grupo EDP no Brasil, António Pita de Abreu, avalia o desempenho financeiro da empresa como positivo e atribui este bom resultado ao crescimento da energia vendida pela geração e da energia distribuída a clientes finais. “A indústria voltou a atuar com confiança, o que impulsiona a economia e eleva a necessidade de maior consumo de energia em todas as classes”, afirma.  

Neste segundo trimestre, a EDP registrou um avanço de 2,9% nos gastos gerenciáveis. No acumulado do ano, os gastos somaram R$ 372,3 milhões, 2,2% superior ao verificado em 2009. A variação percentual dos gastos gerenciáveis ficou abaixo da inflação tanto no trimestre quanto no acumulado do semestre.

Este acréscimo tem explicação nos custos com serviços de terceiros em razão de uma série de medidas tomadas pela Companhia decorrente do aumento de demanda nos postos de serviço das distribuidoras, dos reajustes de contratos com prestadores de serviços e da implementação de um programa que resultará em maior inspeção da rede elétrica. 

Em contrapartida, houve redução com gastos de pessoal e compra de materiais. “No tocante ao gasto com pessoal, estamos colhendo os frutos da economia gerada pelo Projeto Vencer, que proporcionou uma configuração eficiente na gestão de pessoas”, completa Pita.

Os investimentos no período totalizaram R$ 186,3 milhões e está distribuído entre as áreas de distribuição (41%), geração (58%) e outros (1%).

(Redação - www.ultimoinstante.com.br)

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